A Tabimori (Tabimori, Inc., em inglês) tem como objetivo incentivar as pessoas a viajar, divulgando informações atuais e apelativas para viajantes de todo o mundo.
A barreira linguística pode aumentar as apreensões perante o desconhecido. A informação desperta mais facilmente o nosso interesse quando é apresentada na nossa língua materna. É por isso que criamos sites de informação turística em vários idiomas. Damos especial importância à divulgação de informações sobre a gastronomia local, uma vez que este tipo de informação nem sempre está acessível através das ferramentas de tradução em linha.
Começámos por criar um site que apresenta restaurantes de referência: usefulmenu.com. Mais tarde, criámos este site, que permite apreciar sushi ao estilo Edomae, enquanto se aprende sobre a sua história e tradição: sushiuniversity.jp.
Ficamos muito satisfeitos com os comentários dos nossos utilizadores, que parecem valorizar os nossos sites como fontes de informação originais e interessantes. A nossa aventura está apenas a começar, mas esperamos que este primeiro passo possa contribuir, ainda que modestamente, para despertar em mais pessoas a vontade de viajar. Continuaremos a partilhar informações para viajantes de todo o mundo.
<Política de tradução dos nomes dos peixes>
Na Sushi University, ao selecionar nomes de peixes em diferentes idiomas, utilizamos geralmente o nome local correspondente ao nome padrão em japonês, quando existe. Consultamos referências sobre os nomes dos peixes nos Estados Unidos, na China, na Coreia do Sul e noutros países, e verificamos os nomes em inglês com base no Dicionário Abrangente de Nomes de Peixes Japoneses. Também recorremos a fontes como o Baidu para o chinês, o Naver para o coreano e o Yandex para o russo, a fim de verificar se os nomes são efetivamente utilizados nesses idiomas.
No entanto, quando o nome padrão em japonês difere do nome habitualmente utilizado nos restaurantes de sushi, damos prioridade a este último, para garantir a clareza na identificação dos peixes utilizados como ingredientes do sushi.
Consultamos vários recursos para verificar os nomes dos peixes, incluindo o GBIF, o FishBase, o Fish-commercial-names e a Wikipédia. No entanto, o mesmo peixe pode ter vários nomes, e algumas fontes apresentam designações pouco naturais que parecem resultar de traduções diretas. Além disso, alguns nomes podem causar confusão ao sugerir que um peixe pertence a um grupo taxonómico diferente, mesmo quando a espécie em questão está intimamente relacionada com esse grupo.
Encontrar nomes adequados é particularmente difícil em países europeus que não fazem fronteira com o Oceano Pacífico. Em alguns casos, não existe um nome local de uso comum, o que dificulta a seleção de uma designação adequada com base apenas nas referências disponíveis. O tailandês apresenta desafios semelhantes, uma vez que é frequentemente difícil verificar quais os nomes de peixes efetivamente utilizados localmente. Por esse motivo, utilizamos transcrições fonéticas dos nomes japoneses dos peixes em escrita tailandesa para muitas espécies.
Tendo em conta estes desafios, a Sushi University segue a seguinte ordem de prioridade ao selecionar nomes de peixes noutras línguas:
1. Nomes de peixes utilizados localmente: selecionamos o nome mais adequado entre aqueles cuja utilização é confirmada por várias fontes fiáveis.
2. Nomes de peixes traduzidos: se não for possível confirmar um nome local estabelecido, selecionamos uma tradução direta ou livre do nome em inglês ou japonês que transmita, da forma mais clara possível, as características do peixe e a sua classificação taxonómica.
3. Transcrições fonéticas dos nomes japoneses: se não for possível encontrar um nome local adequado nem uma tradução apropriada, como acontece frequentemente no caso do tailandês, transcrevemos foneticamente o nome japonês utilizando o sistema de escrita local.
4. Nomes japoneses padrão romanizados: se não for possível determinar um nome adequado, mantemos o nome padrão em japonês em letras latinas, em vez de inventarmos uma nova designação.
Na Sushi University, em vez de nos limitarmos a substituir os nomes japoneses dos peixes pelos seus equivalentes noutras línguas, procuramos selecionar as designações mais adequadas, tendo em conta a utilização local efetiva, a precisão, a classificação taxonómica e a clareza na identificação dos peixes utilizados como ingredientes do sushi.